Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

Hard to Beat

O New York Times tem uma óptima secção sobre ténis (com destaque, lá está, para a actual edição do US Open), que permite entre outras coisas consultar uma análise relativa ao jogo de Nadal nas diferentes superficies; uma análise dinâmica da evolução no ranking de Serena Williams; consultar as imagens mais marcantes de cada dia do torneio (dia 1; dia 2; dia 3 - de onde foram sacadas as duas imagens que acompanham o post; e dia 4); e ainda permite acompanhar este pequeno apontamento humoristico sobre a opinião de algumas pessoas sobre a forma para derrotar Federer. Embora sinta-me tentado a concordar com o boxista ucraniano Wladimir Klitschko, de que para bater Federer o truque consiste em beijar Mirka Vavrinec (a sua namorada) e aguardar que Federer de irritado perca o desafio, acho que seria mais interessante a sugestão de Jelena Jankovic: primeiro atar-lhe os pés e depois, se tal não fosse suficiente, usar uma mini saia curta (a Jelena, tá claro) para distrair Federer. A opinião de Jelena Jankovic é certamente muito interessante, se bem que na sua colega sérvia, a magnifica Ana Ivanovic, tal truque ainda fosse mais indicado. Mas está mais que visto, só mesmo uma mulher para levar Federer à derrota - talvez daí a explicação para o cabelo comprido de Rafael Nadal.

We know Roger Federer is friends with Tiger Woods. We know that his girlfriend of seven years, Mirka Vavrinec, is a former professional tennis player. We know he has been ranked No. 1 in the world since Feb. 2, 2004, a record streak.

What no one seems to know about Roger Federer is how to beat him at the United States Open, where he is undefeated since Sept. 4, 2003.

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publicado por Jorge A. às 22:17
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Black is Black

Um gajo atira no post anterior que o US Open é o "torneio mais colorido da época", e leva imediatamente com vestimentas (quase) na totalidade negras por parte de Roger Federer, Nicole Vaidisova e Serena Williams.
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publicado por Jorge A. às 21:14
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

Coisas importantes para os primeiros dias de US Open

Longe do dress code de Wimbledon - onde o formalismo e o branco são imagem de marca - está aí o torneio mais colorido da época. Nestes primeiros dias, onde a emoção ainda está ausente (vá lá, bem sei, a Hantuchova já era), vale a pena acompanhar a grande competição do momento entre as duas musas do circuito femenino e as marcas que as patrocinam. Para já, a Sharapova e a Nike levam clara vantagem, mas à Adidas não falta material para trabalhar - a bela da Ivanovic. O ano passado a Nike introduziu o vestido de gala para as night sessions do US Open, e este ano mantém a aposta - no campo da inovação, a Nike está a léguas da Adidas (se bem que vestir o Benfica de cor de rosa também revela uma imaginação fora de série, e tal proeza coube à Adidas).

publicado por Jorge A. às 22:34
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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

Até Amanhã

Coisas que nos enchem de orgulho e de esperança para Pequim 2008.

Entretanto, num dos poucos desportos onde as alegrias ainda são mais que as tristezas, começou a emoção do US Open. A partir de agora a minha televisão só está sintonizada num canal: Eurosport. Vá, vou ser sincero, na quarta-feira dou um pulinho pela TVI para assistir a um evento desportivo qualquer que vai acontecer lá para os lados da Dinamarca. Mas não resisto a dizer que não troco as pernas da Sharapova pelas do Rui Costa. E mantendo a minha paixão pelos nossos vizinhos espanhóis - vejam só que a paixão é tanta que não me importava de lhes entregar o prémio nobel Saramago a troco de nada - ficando à espera que Nadal chegue à final só para se desiludir novamente com uma derrota frente a Federer (embora o ramalhete espanhol só fique completo, quando Hamilton sagrar-se definitivamente campeão do mundo de pilotos de fórmula 1 com um ponto de vantagem sobre Fernando Alonso). E agora, fiquem lá de novo com as pernas da Sharapova:

E com uma musiquinha para acompanhar:

publicado por Jorge A. às 22:48
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Liberdade

By liberty I mean the assurance that every man shall be protected in doing what he believes is his duty against the influence of authority and majorities, custom and opinion. Lord Acton

A liberdade, enquanto valor, é na minha opinião o que de mais importante há a defender na sociedade actual. Não sem que a essa liberdade não esteja bem associado o conceito de responsabilidade.

Ao longo dos anos as mais variadas sociedades passaram por periodos de maior ou menor liberdade. Como realça Friedrich Hayek no seu The Road to Serfdom, uma das formas de convencer as pessoas a abdicar de parte da sua liberdade é com a identificação de um inimigo comum e perigoso para todos. Se na Alemanha de Hitler esse inimigo foram os judeus, nos EUA, em menor escala certamente, é hoje em dia o terrorismo - que leva necessariamente a coisas como o Patriot Act ou os actos de tortura em Guantanamo. Não é a primeira vez que tal fenómeno acontece nos EUA, já havia acontecido no período das perseguições de Joseph McCarthy aos comunistas (o inimigo comum na altura). Se tais fenómenos são mais cedo ou mais tarde ultrupassados nos Estados Unidos, tal deve-se à força da sociedade civil neste país e à sua cultura liberal (no sentido clássico do termo).

A inspiração para tal, remonta certamente aos founding fathers da nação americana, passando por Thomas Jefferson (I predict future happiness for Americans if they can prevent the government from wasting the labors of the people under the pretense of taking care of them.) ou por Benjamin Franklin (Those who would give up essential liberty to purchase a little temporary safety deserve neither liberty nor safety.).

Para a liberdade individual impôr-se na sociedade actual não é necessário o fim do Estado (dúvido até que tal seja possível), no entanto, e recorrendo às palavras de Henry David Thoreau, é preciso notar que "there will never be a free and enlightened State until the State comes to recognize the individual as a higher and independent power, from which all its own power and authority are derived, and treats them accordingly."

No fim, a batalha pela liberdade é uma batalha sem fim à vista. Se há dúvidas, a história da humanidade está aí para prová-lo - tal como prova que é entre aqueles que mais de perto conheceram a sensação da liberdade que mais dificilmente a conseguem retirar.
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publicado por Jorge A. às 00:01
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Sábado, 25 de Agosto de 2007

No Sofá

Depois de um período em que Heroes, Prison Break e Lost figuravam nas minhas prioridades na agenda televisiva, o muito trabalho e a falta de vontade em perder tempo frente a um televisor, fez com que todas elas deixassem de constar na minha agenda - perdi o rasto à história das mesmas.

Contudo, nas últimas semanas ando a revisitar de perto outras três séries. Duas delas só tiveram direito a uma temporada, porque mesmo num país de 300 milhões de habitantes como os EUA, as séries para pequenos nichos de mercado tem dificuldade em impôr-se (quanto mais em Portugal). São estas duas a The Education of Max Bickford (passou na RTP2) e Jack & Bobby (passou na RTP1 às tantas da madrugada). Cada uma destas teve direito aos seus 22 episódios - sempre foram mais que os 12 a que Firefly (que deu origem ao filme Serenity) teve direito, para pena minha.

De resto - e aceitando que revelar isto faz-me lembrar aquele episódio do Seinfeld, um dos 181 que constituem a série, onde Jerry vê-se obrigado a confessar que gosta de Melrose Place (o mais parecido com as novelas brasileiras que foi feito nos EUA, e que alcançou o notável número de 227 episódios) - a outra série que ando a acompanhar é Everwood (deu na RTP1 às tantas da madrugada). Esta teve o mérito de alcançar 4 temporadas, constituidas por 89 episódios, e é uma espécie de Médico de Familia formato norte-americano, e eu gosto.

É então com estas 3 séries (The Education of Max Bickford; Jack & Bobby; e Everwood) que passo o meu tempo em frente à televisão. E quando me cansar destas, talvez me dedique à Cheers - foram só 12 temporadas e 269 episódios, coisa pouca, portanto.

PS: o video clip que acompanha o post faz parte do soundtrack da 4ªtemporada de Everwood.

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publicado por Jorge A. às 15:38
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It's getting cold in here

Manhã de Inverno em Agosto provoca chuvas intensas no Algarve

"Houve muitas saídas de carros, mas tudo por pequenas coisas, não há danos materiais nem pessoais", garantiu, acrescentando que este "é como se fosse um dia de Inverno normal".
Hoje acordei ao som da trovoada. O céu cinzento anuncia um dia mau para sair de casa. O aquecimento global deve andar chateado comigo pelas coisas que digo dele, e decidiu brindar-me com um dia destes neste sábado. Praias desertas e centros comercias a abarrotar de gente - vale que o glorioso joga às 19:15. Que o Benfica ganhe. E volta aquecimento global, estás perdoado... tá?!?
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publicado por Jorge A. às 14:55
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

After Party

Hoje tem sido um daqueles dias maus... muito maus. Daqueles em que um tipo arrepende-se assim que mete os pés fora de casa. Vale que amanhã é sábado.
publicado por Jorge A. às 15:59
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Time to party

Scarlett Johansson

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publicado por Jorge A. às 22:27
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Enquanto não me incomodar...

Flying and climate change

Britons do seem to regard climate change as a problem, but there is little appetite for big lifestyle changes. One recent poll by Ipsos MORI found that most respondents were doing nothing to reduce their carbon emissions. In another survey, for the Sunday Times, 70% of people reckoned that greenery would drop right down the political agenda if economic growth stalled.

That latter result will be particularly worrying for the climate campers. The government believes economic growth is the strongest driver of demand for air travel. The protesters think so too, and conclude that economic growth must therefore come to an end. That view has the virtue of being admirably clear-eyed, but as a political sell, it looks rather tricky.
Leitura recomendada: Não há almoços grátis
publicado por Jorge A. às 22:15
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

The Only Living Boy in New York

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publicado por Jorge A. às 22:56
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

Enquanto há vida há esperança

O Lusco Fusco pergunta onde nos leva esta estrada, referindo-se ao último livro que li. Eu havia prometido ao Fusco dar uma palavrinha sobre o livro, ora cá vai.

O livro abre com um "Quando acordava nos bosques, na escuridão e no frio da noite, estendia a mão para tocar na criança que dormia a seu lado. Noites de trevas mais densas do que as próprias trevas e cada dia mais cinzento do que o anterior." E assim inicia um livro que vale a pena ler.

A história parte de uma simples premissa: um homem e seu filho (a criança) percorrem a estrada rumo a sul, no meio da devastação total - uma devastação que nunca nos chega a ser explicada, mas que deixou a terra despida de cor e de vida - o cinzento predomina, e os poucos seres humanos com que nos deparamos ao longo da estrada, com raras excepções (das quais pai e filho são o mais brilhante exemplo), são seres que há muito perderam a sua dimensão humana. E há um cão, mas isso já é outra história...

A estrada torna-se então um lugar onde, para além do homem e da criança (cujos nomes nunca viremos a saber), vagueiam almas perdidas e os "maus", como a criança apelida os que se alimentam da sua própria espécie - sempre em justaposição a eles próprios, os "bons".

Pressume-se que a praticamente inexistência de outros animais - com a rara excepção do ladrar de um cão - seja facilmente explicável com a teoria de terem servido de alimentação aos humanos que sobreviveram ao apocalipse, isto antes de alguns da espécie humana, por escassez de alimentos, terem decidido alimentar-se dos que outrora foram seus semelhantes.

Pai e filho recusam-se a recorrer ao mesmo meio de subsistência - e entre o permanente receio de se virem transformados em comida para outros, lá vão vivendo do que vão encontrando nas casas abandonadas das povoações despidas de gente. Não sem contudo, a certa altura e no meio de um dos vários períodos de fome que tem de suportar, o rapaz questionar o pai sobre o canibalismo dos outros, e sobre a necessidade de um dia no futuro eles próprios terem de recorrer a tal forma de vida.

É certo que nunca ao longo do livro os dois vão recorrer ao canibalismo, mas não é menos certo que, em função da sua sobrevivência, é notório nas reacções do pai a sua desumanização - o que provoca sempre reacções de profunda tristeza à criança. É perceptível através do livro que o pai mantém-se vivo por causa do filho, mas não é só isso que deve à criança, deve-lhe também o facto de manter-se humano (pelo menos a dimensão humana a que me refiro).

Uma história que vive do amor entre pai e filho, mas também da força que caracteriza a esperança e a fé... tendo sido a perda dessas duas coisas que levaram ao trágico destino da mãe da criança.

Para mais, aconselho a leitura do livro, e logo saberão o que se encontra no fim da estrada...
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publicado por Jorge A. às 21:07
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007

Nova vida

Fernando Santos sai numa altura em que não tinha as minimas condições para continuar, mas em que boa parte da culpa pela saída não é sua. Fernando Santos revelou-se um treinador incapaz para o Benfica durante a época passada. Mas o inicio desta época dificilmente pode ser imputado ao técnico português. É de Luis Filipe Vieira a culpa deste mau inicio de época, e do mau futuro que se agoira. Esta agora era a única boa decisão que sobrava a Vieira, recordando contudo que a isto se viu obrigado após más decisões tomadas nos últimos tempos no plano desportivo.

Foi com Camacho que comecei a ir frequentemente ao estádio da Luz. Dele, só guardo boas recordações. Mas não espero nada de bom desta equipa do Benfica...
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publicado por Jorge A. às 20:12
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At Last

PS: ao contrário do que sugere o video, a versão em causa é mesmo a de Etta James.

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publicado por Jorge A. às 00:11
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Sábado, 18 de Agosto de 2007

Good Night and Good Luck

Maradona regressa de férias ao seu melhor:

Eu pagava para estar em Silves quando isto aconteceu. Poder encher de porrada as trombas alternativas da esquerda ambientalista é o cenário mais próximo do paraiso que imagino.

publicado por Jorge A. às 20:29
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Limite da Lei - Ganho Social - Conflitualidade Não Violenta

Através do jcd chego a este texto de Miguel Portas a propósito da recente invasão de um um campo de milho transgénico cá no Algarve por parte de um bando de terroristas eco-fanáticos, de onde destaco:
Pelo contrário, simpatizo com movimentos que sejam capazes de fazer saltar para o debate público os “pontos negros” da nossa civilização ínovando nas acções, se necessário nos limites da lei. [...] O que surge como condenável é a queima de 1 hectare de milho transgénico. Lamento dizê-lo, mas esse aspecto deve ser colocado na balança do ganho social que o gesto induziu. [...] A nossa sociedade tem que aprender a conviver com novas formas de conflitualidade não-violenta.
publicado por Jorge A. às 13:49
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007

O Mau, o Péssimo e o Pior

Sobre o novo livro de Robert Gellately (Lenin, Stalin, and Hitler: The Age of Social Catastrophe), o artigo Compare and contrast na The Economist:

IN THEIR different ways they were as bad as each other, the three monsters of 20th-century Europe. That is an oddly controversial statement. Hitler is almost universally vilified; Lenin remains entombed on Red Square as Russia's most distinguished corpse; and modern Russia is looking more kindly on Stalin's memory.

Anyone who still believes in the myth—assiduously propagated by the Soviet Union and its admirers—of the “good Lenin” will find the book uncomfortable reading. The author outlines with exemplary clarity Lenin's cruelty, his illegal and brutal seizure of power, his glee in ordering executions, the institution of mass terror as a means of political control and the construction of the first camps in what later became the gulag. “Far from perverting or undermining Lenin's legacy, as is sometimes assumed, Stalin was Lenin's logical heir,” he writes icily.

Mr Gellately busts another myth too: that Hitler seized power by fear and force. The combination of anti-Jewish and anti-Bolshevik rhetoric played well with the German public. People felt humiliated by defeat and impoverished by recession, and Hitler blamed “the Jews” for both.

Leitura recomendada: Aconteceu na URSS

publicado por Jorge A. às 21:40
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

O aquecimento global já era...

O aquecimento global não perdoa em Portugal... no Reino Unido... e no Chile.

Entretanto, nos Estados Unidos, o ranking dos anos mais quentes teve de ser revisto pelo Goddart Institute for Space Studies (via Mitos Climáticos). Ao que parece tinham feito mal as contas, e o ranking que apontava 1998 como o ano mais quente de sempre dos EUA (seguido de 1934, 2006, 1921, 1931, 1999, 1953, 2001, 1990, 1938) teve de ser revisto. Conclusão, 1934 é agora apontado como o ano mais quente de sempre nos EUA (seguido de 1998, 1921, 2006, 1931, 1999, 1953, 1990, 1938, 1939).

Para além da troca entre 1998 por 1934 no lugar de ano mais quente, o ano de 1939 também arredou o ano de 2001 do top 10 - isto para não falar na evidência sobre a incerteza estatistica que estas correcções vem reforçar.

Ora, nesta questão do aquecimento global - e no que toca aos EUA - a década de 30 leva clara vantagem. Explicações? O que levou o aquecimento global a fazer uma pausa entre a década de 30 e os finais da década de 90 até os dias de hoje? Pois, não sei... eu sei é que o novo mote é faça chuva ou faça sol a culpa é do homem. O aquecimento global já era... venha daí o novo slogan: alterações climáticas.
publicado por Jorge A. às 00:15
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

Pré Época

A aproximar-se o inicio da supertaça com a festividade cá da terra, a Fatacil, o que realmente interessa é o campeonato - a 30 dias certos de distância - a viagem a Nova Iorque.

Para a supertaça, está mais que visto, o duo Carreira (Tony e Mickael) fazem o bi - e garantem certamente ao certame boa casa para dia 22 e 26 de Agosto (não meto lá os pés certamente). Mas os campeões não se fazem com estilo pimba - é preciso empenho, dedicação, e se tal for necessário, porrada. Vai daí, como invariavelmente em todos os anos da maior festa a sul do Tejo, os Xutos & Pontapés são os escolhidos para melhor dia - 24 de Agosto, pois então.

Já sobre a visita a Nova Iorque, muito haverá a visitar e a planear. Penso mesmo - se as informações que tenho sobre o tempo perdido forem correctas - que não irei fazer a visita da praxe à estátua da liberdade. O hotel escolhido fica na fronteira entre Little Italy e Chinatown. Por opção própria, a viagem apanha em cheio as festividades em honra de San Gennaro, pelo que os primeiros dias terão certamente algum tempo dispendido a frequentar a Canal Street e a Mulberry Street.

Depois, lá está, há o interesse especifico de frequentar o metro de Nova Iorque, com paragem obrigatória pelo Grand Central Terminal. A travessia da Brooklyn Bridge pelos próprios pés também é garantida. E a passagem pela Broadway (de preferência com a assistência a um dos vários espectáculos), por Times Square, pelo SoHo, pela 5ªAvenida, e pelo Central Park também constam nos planos. E depois há outros landmarks a que não procurarei fugir: o Empire State Building, o Rockefeller Center (provavelmente a minha opção para uma vista da cidade lá do alto no Top of the Rock, caso se confirme as grandes filas para o Empire State), a Catedral de São Patricio, e o edificio das Nações Unidas. O Lincoln Center for the Perfoming of Arts também tem as suas áreas de interesse - mas por enquanto fica fora dos planos - se bem que uma passagem por algum clube de jazz é obrigatória.

Mas aquilo que mais anseio é pelas visitas aos vários museus da cidade. Por enquanto, embora a decisão ainda não esteja totalmente tomada, é por estes 4 que devo passar:

American Museum of Natural History

Henri Rousseau - The Football Players
Guggenheim Museum

The Metropolitan Museum of Art

Pablo Picasso, Les Demoiselles d'Avignon
The Museum of Modern Art

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publicado por Jorge A. às 19:42
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Entretanto no país do Socialismo do Petróleo

Chávez to propose removing his term limits

O socialismo do século XXI não apresenta grandes diferenças do seu antecessor no século XX. Ao fim e ao cabo, Fidel Castro moldou o modelo para os ditadores de sucesso. Não é à toa que Hugo Chávez copia os seus passos:

Fonte: The Economist

publicado por Jorge A. às 14:42
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Aconteceu na URSS

New Russian history: Yes, people died, but...

In the West, Stalin is remembered for the number of people he executed or allowed to die in famines or the gulag: about 20 million, largely his own citizens. [...] While not denying that Stalin committed the crimes, a new study guide in Russia for high school teachers views his cruelty through a particular lens, if a familiar one. It portrays Stalin not as an extraordinary monster who came to power because of the unique evil of communism, but as a strong ruler in a long line of autocrats going back to the czars. Russian history, in this view, at times demands tyranny to build a great nation.
De certa forma, a relação da Rússia para com Estaline passa por um processo semelhante à da relação de Portugal para com Salazar. Independentemente de eu considerar que Estaline foi imensamente pior que Salazar para com o povo que governava, não deixo de considerar que ambos tiveram um papel mais negativo do que positivo na história do seu povo. Mas anos a evitar discutir seriamente o papel quer de um, quer de outro, por parte daqueles que ainda hoje herdaram países moldados por estes, resulta invariavelmente na tentativa de reescrever uma história que suporte estes dois senhores.
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publicado por Jorge A. às 14:20
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Rui

No meio de tanta falta de capacidade futebolistica, só um homem foi tocado pelo poder supremo de saber, efectivamente, jogar futebol.
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publicado por Jorge A. às 21:59
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